Ontem fui ao cinema com meu namorado assistir Transformers 3, e aceitei um exemplar da Sala de Cinema, revista 100% boa-vistense. Sentei ainda agora pra ler e senti a necessidade incontrolável de vir aqui, rezando pra que alguém que trabalha nessa revista ou conhece alguém que trabalha leia essa postagem.
Nossa senhora, essa revista é a pior que eu já li. É pior que as revistas que eu manufaturava quando tinha 10 anos de idade - sempre fui boa em concordância, ao contrário das pessoas da Sala de Cinema.
A resolução das imagens é péssima, as artes visuais são malfeitas, os textos são de um nível tão ruim que até cirnacinha escreve melhor. Isso pra não dizer que as imagens que eles pegam do GOOGLE são em inglês, pra uma revista brasileira. Não é uma revista informativa, é uma revista de fofoca. Com matérias como "Robert Pattinson dá toda a atenção às fãs na estreia de Água Para Elefantes", eles escrevem na capa da revista que é um INFORME. Ah, me poupe.
Tomara que alguém muito importante esteja lendo isso, tomara. As pessoas da Sala de Cinema têm a chance de mudar pra sempre a comunicação social, o jornalismo e a imagem da cidade de Boa Vista e do estado de Roraima e me fazem uma cagada dessas! Ah, me poupe, de novo. Me poupe MESMO.
Também quero dizer que a Sala de Cinema deveria destacar o cinema roraimense, porque não faltam veículos para destacar o cinema mundial. Festival de Cannes, Robert Pattinson, maiores casais do cinema, isso se digita no Google para saber e os resultados são muitos. Nos dias 18 e 19 de junho, foi exibido um filme local chamado O Estranho, no Cine Sesc Mecejana. Está em cartaz uma peça da companhia de teatro Criart, no Jaber Xaud. Alguém se lembrou de colocar isso na revista?
A revista Sala de Cinema podia ir nas escolas e pedir aos alunos que escrevessem redações sobre o cinema. Podia selecionar os melhores para fazerem uma matéria. Podia fazer concursos para motivar as pessoas a escrever. Podia fazer matérias sobre como os filmes chegam a Boa Vista, sobre como funciona o processo de filmagem ou exibição dos filmes, sobre como se faz uma revista sobre cinema. Podia destacar os cinegrafistas e cineastas locais. Podia fazer uma revolução, mas isso exige trabalho. Aqui está a notícia pra vocês, equipe Sala de Cinema: não é só dizer "eu participo de uma revista sobre cinema", é dizer "eu mudo alguma coisa na vida das pessoas roraimenses com uma revista sobre cinema."
Agora, se vocês me dão licença, eu vou ali jogar a minha Sala de Cinema no lixo.
terça-feira, 5 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
ooois
desculpem a demora, o blog tava até criando teias de aranha! Prometo que não faço mais isso. Vim aqui só pra reativar e dizer que em breve tenho vários textos novos pra botar ;*
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Hello Universe
(Em inglês - para visualizar a tradução, cliqueaqui.)
"February 24, 2011.
Dear Universe, I'm writing to remind you that, above all, you're important and all of us, humans, depend on you. And, taking the liberty of speakin' out at one voice, we're sorry for what we're doing to you. But, you know, you understand, we're less than you. Less than the Earth and less than so many things we can't even list, so many things we don't even know.
So, as inferior beings, we have to create. Theories, history, numbers and languages. We have to diversificate. Colours, races, peoples, instruments. You're so big we have to get connected. Technology. You're so unexplainable we have to pray. There's gotta be something bigger than us. We wonder all the time how many bigger things there are outside!
We're deeply sorry for polluting you, and putting so many satellites around you - but that's kinda your fault, you're so wide sometimes we get lost - and for making holes in that delicate layer you give us, to keep us alive. We're sorry for killing our brothers and for destroying our nature. We're sorry for many, many things we do and don't even notice. Sorry for ending aluminium, sorry for wasting water, sorry for not distributing that stupid money thing we created to everyone the same way. We're sorry for everything, we hope you understand.
We're sorry, Mr. Universe! Please, don't end us. We've been creating things for a few billions of years, and now we're starting to figure out some more, some new, some different, some dead brothers of us predicted you were gonna kill us in a year. But, Universe, if you're gonna do it, then why did you even create a God? For us to pray? You make us pray for him not to kill our beloved people, and now you're going to kill us yourself. Your God will have done nothing if we die. You'll have done nothing if we die. And we'll have done nothing if we all get killed.
Yeah, kill us, but don't die along. Kill the ones who have already lived and let the others live too; as we've found out so many secrets of yours, we wanna share it with the future generations.
Just so you know, we love you. Me and all humanity. And if we are able to feel love, that's because you're here to let us feel it, to let us breathe, to let us cry, to just let us create our own paths. Just so you know, we know nothing yet. Just so you know, we're trying to heal you. And just so you know, all our paths will lead us to you.
Thanks for the attention."
"February 24, 2011.
Dear Universe, I'm writing to remind you that, above all, you're important and all of us, humans, depend on you. And, taking the liberty of speakin' out at one voice, we're sorry for what we're doing to you. But, you know, you understand, we're less than you. Less than the Earth and less than so many things we can't even list, so many things we don't even know.
So, as inferior beings, we have to create. Theories, history, numbers and languages. We have to diversificate. Colours, races, peoples, instruments. You're so big we have to get connected. Technology. You're so unexplainable we have to pray. There's gotta be something bigger than us. We wonder all the time how many bigger things there are outside!
We're deeply sorry for polluting you, and putting so many satellites around you - but that's kinda your fault, you're so wide sometimes we get lost - and for making holes in that delicate layer you give us, to keep us alive. We're sorry for killing our brothers and for destroying our nature. We're sorry for many, many things we do and don't even notice. Sorry for ending aluminium, sorry for wasting water, sorry for not distributing that stupid money thing we created to everyone the same way. We're sorry for everything, we hope you understand.
We're sorry, Mr. Universe! Please, don't end us. We've been creating things for a few billions of years, and now we're starting to figure out some more, some new, some different, some dead brothers of us predicted you were gonna kill us in a year. But, Universe, if you're gonna do it, then why did you even create a God? For us to pray? You make us pray for him not to kill our beloved people, and now you're going to kill us yourself. Your God will have done nothing if we die. You'll have done nothing if we die. And we'll have done nothing if we all get killed.
Yeah, kill us, but don't die along. Kill the ones who have already lived and let the others live too; as we've found out so many secrets of yours, we wanna share it with the future generations.
Just so you know, we love you. Me and all humanity. And if we are able to feel love, that's because you're here to let us feel it, to let us breathe, to let us cry, to just let us create our own paths. Just so you know, we know nothing yet. Just so you know, we're trying to heal you. And just so you know, all our paths will lead us to you.
Thanks for the attention."
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Equilíbrio (sobre progresso x natureza)
O equilíbrio é fundamental em todas as situações da atualidade. Em cada pessoa, na sociedade como um todo e, principalmente, no ambiente. Por isso, o desmatamento é um mal necessário. E, por isso, existe o reflorestamento - porque o equilíbrio é fundamental.
Destruir árvores para construir prédios é preciso, porque os seres humanos têm necessidades - de mais escritórios, mais supermercados, mais casas ou mais shoppings.
Diante da escassez de espaço e da necessidade - tanto de prédios quanto de árvores - surge o equilíbrio. Por exemplo, empresas que derrubam árvores para fazer papel ou palitos de picolé têm sua própria plantação, para poder reflorestar depois.
Hoje, o ser humano lamenta as mudanças climáticas, buracos na camada de ozônio, escassez de água e até o ritmo frenético que a rotina passou a ter. Para equilibrar, aboliram o clorofluorcarbono, fazem campanhas de conscientização sobre a importância da água e comem 'slow food' no almoço. E empurram os pequenos detalhes com a barriga, porque não tem jeito. Não dá pra prevenir esse tipo de coisa, tampouco remediar. Então busca-se o máximo de equilíbrio possível, porque o equilíbrio é fundamental.
Sob orientação da profª Fabíola, em 07/02/2011.
Destruir árvores para construir prédios é preciso, porque os seres humanos têm necessidades - de mais escritórios, mais supermercados, mais casas ou mais shoppings.
Diante da escassez de espaço e da necessidade - tanto de prédios quanto de árvores - surge o equilíbrio. Por exemplo, empresas que derrubam árvores para fazer papel ou palitos de picolé têm sua própria plantação, para poder reflorestar depois.
Hoje, o ser humano lamenta as mudanças climáticas, buracos na camada de ozônio, escassez de água e até o ritmo frenético que a rotina passou a ter. Para equilibrar, aboliram o clorofluorcarbono, fazem campanhas de conscientização sobre a importância da água e comem 'slow food' no almoço. E empurram os pequenos detalhes com a barriga, porque não tem jeito. Não dá pra prevenir esse tipo de coisa, tampouco remediar. Então busca-se o máximo de equilíbrio possível, porque o equilíbrio é fundamental.
Sob orientação da profª Fabíola, em 07/02/2011.
Nós não podemos perder a paixão. O mundo está mudando a cada dia - graande notícia - e as pessoas estão mudando junto. Elas estão procurando algo que perderam. O que você perdeu? Quanto você mudou desde que abriu seus olhos pela primeira vez?
Eu procuro pela paixão. A paixão que me move e me transforma em uma pessoa melhor. Procuro... Um design emocional. Um que me dê credenciais para dizer visualmente o que eu penso hoje.
Eu procuro pela paixão. A paixão que me move e me transforma em uma pessoa melhor. Procuro... Um design emocional. Um que me dê credenciais para dizer visualmente o que eu penso hoje.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
"I know these words;
they just make no sense in Past Perfect, Future Tense..." - Magne Furuholmen <3
Tem uma pergunta que eu faço pra todo mundo que tá em um relacionamento. Uma só, pra todas essas pessoas.
"Você se vê casando com essa pessoa?"
Talvez seja uma pergunta idiota. Talvez não tenha nada a ver comigo o relacionamento dessas pessoas, talvez não seja da minha conta. Mas é uma pergunta que simplesmente preciso fazer. Porque eu nunca pensei que alguém pudesse travar um relacionamento sem realmente gostar da pessoa. Talvez eu tenha a alma velha -q
Mas acho que se você entra em um relacionamento com alguém, é porque gosta dessa pessoa. Se entra sem gostar, então passa a ser mentira. Se você passa um tempão cultivando um relacionamento e não imagina ele indo pra frente, nem um pouco, isso é ruim. Não estou falando em fazer planos, só em imaginar. "Será que daqui a 30 anos eu e meu namorado vamos estar casados? Não seria uma má ideia..." Só isso! Eu faço isso, faço muito mais que isso, mas não vem ao caso agora. Relacionamentos são uma coisa tão nobre e tão complexa que chega a ser quase um crime entrar em um deles sem enxergar a complexidade e a nobreza. Ou melhor, senti-las. Porque é isso o que o amor faz. Você se sente complexo, nobre e importante. A sensação de vazio vai embora, e o que fica é o que transborda no coração; a ajuda e o respeito mútuos, ahh, é o melhor sentimento do mundo. É totalmente diferente de qualquer outra coisa. E os relacionamentos são a principal característica do amor. Você se compromete com uma pessoa e passa a dividir sua vida com ela. Os segredos, os podres, as verdades, as vitórias, as derrotas, tudo. E então você percebe que 50% da sua alma saiu de você - mas não se perdeu, porque foi para seu parceiro. E 50% da alma dele veio para você. É assim que você percebe que o relacionamento virou amor - quando esses 50% de um na alma do outro deixam os dois completamente felizes. Essas almas se somam, se unificam, se fazem mais fortes. Porque duzentos por cento de almas não é brincadeira.
Tem uma pergunta que eu faço pra todo mundo que tá em um relacionamento. Uma só, pra todas essas pessoas.
"Você se vê casando com essa pessoa?"
Talvez seja uma pergunta idiota. Talvez não tenha nada a ver comigo o relacionamento dessas pessoas, talvez não seja da minha conta. Mas é uma pergunta que simplesmente preciso fazer. Porque eu nunca pensei que alguém pudesse travar um relacionamento sem realmente gostar da pessoa. Talvez eu tenha a alma velha -q
Mas acho que se você entra em um relacionamento com alguém, é porque gosta dessa pessoa. Se entra sem gostar, então passa a ser mentira. Se você passa um tempão cultivando um relacionamento e não imagina ele indo pra frente, nem um pouco, isso é ruim. Não estou falando em fazer planos, só em imaginar. "Será que daqui a 30 anos eu e meu namorado vamos estar casados? Não seria uma má ideia..." Só isso! Eu faço isso, faço muito mais que isso, mas não vem ao caso agora. Relacionamentos são uma coisa tão nobre e tão complexa que chega a ser quase um crime entrar em um deles sem enxergar a complexidade e a nobreza. Ou melhor, senti-las. Porque é isso o que o amor faz. Você se sente complexo, nobre e importante. A sensação de vazio vai embora, e o que fica é o que transborda no coração; a ajuda e o respeito mútuos, ahh, é o melhor sentimento do mundo. É totalmente diferente de qualquer outra coisa. E os relacionamentos são a principal característica do amor. Você se compromete com uma pessoa e passa a dividir sua vida com ela. Os segredos, os podres, as verdades, as vitórias, as derrotas, tudo. E então você percebe que 50% da sua alma saiu de você - mas não se perdeu, porque foi para seu parceiro. E 50% da alma dele veio para você. É assim que você percebe que o relacionamento virou amor - quando esses 50% de um na alma do outro deixam os dois completamente felizes. Essas almas se somam, se unificam, se fazem mais fortes. Porque duzentos por cento de almas não é brincadeira.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Ajudante?
Milkshake (sobre a internet)
A internet é, sem dúvida, importante, e na maioria dos casos, fundamental. Isso acontece porque ela é a junção de todos os livros e todas as opiniões. A internet é um milshake, enquanto os livors não passam de sorvete.
Ao comprar um livro, você gasta árvores. Esse fato não será mais sustentável daqui a 50 anos, quando a humanidade lutar para conservar sua flora e fauna, então o jeito será substituir livros por computadores. E, daqui a 50 anos, o mundo vai estar muito mais globalizado, tornando a internet uma necessidade. Alguém escreverá um texto no Brasil e outra pessoa o estará lendo na Polinésia Francesa. Por causa da internet, e porque ela é imprescindível. Porque a internet é um milkshake sabor Mundo.
Ao comprar um livro, você gasta árvores. Esse fato não será mais sustentável daqui a 50 anos, quando a humanidade lutar para conservar sua flora e fauna, então o jeito será substituir livros por computadores. E, daqui a 50 anos, o mundo vai estar muito mais globalizado, tornando a internet uma necessidade. Alguém escreverá um texto no Brasil e outra pessoa o estará lendo na Polinésia Francesa. Por causa da internet, e porque ela é imprescindível. Porque a internet é um milkshake sabor Mundo.
N Possibilidades (sobre tecnologia)
Olhe para seu celular. Ele é de última geração? Não? E você não gostaria de um novo? É claro que sim. E a sua televisão? Aquela de plasma, top de linha em 2006... Você não gostaria de uma em 3D? O ar condicionado, você não prefere uma central de ar? Existem N possibilidades.
Mas o constante lançamento de aparelhos tecnológicos não é prejudicial?
O prejuízo começa quando as indústrias eletroeletrônicas convencem as pessoas a trocar seus aparelhos com intervalos de tempo cada vez menores. Então, os aparelhos se juntam e viram o monstro que assola a sociedade nos dias de hoje: o lixo eletrônico.
O seu celular, sua televisão, seu computados e o seu ar-condicionado são eletroeletrônicos. E, por isso, são feitos com metais pesados, como cádmio, chumbo e berílio. Se entrarem em contato com o solo, poluem os lençóis freáticos. Se forem queimados, poluem a atmosfera. E, infelizmente, a reciclagem desse tipo de lixo ainda é uma tática em desenvolvimento.
Mas as necessidades dos seres humanos são cada vez maiores. O conceito de "telefone celular" é : "aparelho que transmite a palavra a grandes distâncias*", mas um celular só é considerado bom se tirar fotos, tiver um GPS, marcar e alertar você de seus compromissos, mandar mensagens, tiver fones de ouvido e jogos. E, no futuro, eles farão muito mais que isso, porque existem N possibilidades.
Cabe ao próprio ser humano decidir se o fato de as indústrias lançarem cada vez mais aparelhos será prejudicial ou não. Depende do tipo de consumismo que ele pratica. Se você compra um celular e fica com ele até que suas necessidades sejam maiores que os recursos que ele oferece, tudo bem trocar. Mas se cada vez que houver um celular novo no mercado, você quiser comprá-lo, aí sim isso vira um prejuízo. Porque além de se endividar muito, você estará poluindo o meio ambiente.
lançando aparelhos, as indústrias abrem, cada vez mais, o leque de possibilidades para os humanos. Isso é normal, é o desenvolvimento, é o progresso que tanto desejamos, é o lema da fábrica de celulares japonesa Nokia: existem N possibilidades.
* de acordo com o Dicionário Melhoramentos da Língua Portuguesa, 2001.
Mas o constante lançamento de aparelhos tecnológicos não é prejudicial?
O prejuízo começa quando as indústrias eletroeletrônicas convencem as pessoas a trocar seus aparelhos com intervalos de tempo cada vez menores. Então, os aparelhos se juntam e viram o monstro que assola a sociedade nos dias de hoje: o lixo eletrônico.
O seu celular, sua televisão, seu computados e o seu ar-condicionado são eletroeletrônicos. E, por isso, são feitos com metais pesados, como cádmio, chumbo e berílio. Se entrarem em contato com o solo, poluem os lençóis freáticos. Se forem queimados, poluem a atmosfera. E, infelizmente, a reciclagem desse tipo de lixo ainda é uma tática em desenvolvimento.
Mas as necessidades dos seres humanos são cada vez maiores. O conceito de "telefone celular" é : "aparelho que transmite a palavra a grandes distâncias*", mas um celular só é considerado bom se tirar fotos, tiver um GPS, marcar e alertar você de seus compromissos, mandar mensagens, tiver fones de ouvido e jogos. E, no futuro, eles farão muito mais que isso, porque existem N possibilidades.
Cabe ao próprio ser humano decidir se o fato de as indústrias lançarem cada vez mais aparelhos será prejudicial ou não. Depende do tipo de consumismo que ele pratica. Se você compra um celular e fica com ele até que suas necessidades sejam maiores que os recursos que ele oferece, tudo bem trocar. Mas se cada vez que houver um celular novo no mercado, você quiser comprá-lo, aí sim isso vira um prejuízo. Porque além de se endividar muito, você estará poluindo o meio ambiente.
lançando aparelhos, as indústrias abrem, cada vez mais, o leque de possibilidades para os humanos. Isso é normal, é o desenvolvimento, é o progresso que tanto desejamos, é o lema da fábrica de celulares japonesa Nokia: existem N possibilidades.
* de acordo com o Dicionário Melhoramentos da Língua Portuguesa, 2001.
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